30/11/2019

Testadas, urnas eletrônicas apresentam duas ‘falhas superficiais’

Z•E•N
Um grupo de peritos da Polícia Federal encontrou duas falhas consideradas superficiais no sistema da urna eletrônica durante a semana do Teste Público de Segurança.

A informação é do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reiterando que as falhas detectadas não alteram a segurança do processo eleitoral.

Os peritos conseguiram entrar no sistema que alimenta as urnas eletrônicas com dados de eleitores e de candidatos e com isso quebraram uma barreira de segurança, mas não obtiveram êxito na tentativa de mudar nome de candidato ou de eleitor.

Os 25 investigadores atuaram em sete grupos e segundo o TSE:

a) não conseguiram alterar os boletins de urna;
b) tentaram usar inteligência artificial para acessar o sistema mas não conseguiram;
c) não encontraram vulnerabilidades nas chaves criptográficas e bibliotecas (no último teste tinha sido identificada fragilidade);
d) mapearam rotina de algoritmos e padrões de urna, mas não quebraram sigilo nem adulteraram informações;
e) não conseguiram entrar no sistema de rede;
f) tentaram usar pulsos elétricos para captar digitação na urna, e assim identificar o voto, mas não conseguiram (no último teste tinham identificado falha, mas os teclados foram blindados).