20/07/2010

Aurivan Freitas, do Dia News Notícias, escreve: ‘Em casa de formiga quem administra são os operários’

“Até quando ficaremos nesse marasmo?

Esta é uma pergunta que, ao ouvirmos, sempre nos perguntamos se é possível respondê-la, mas, se pararmos um pouco para pensar, logo se chegará à conclusão de que é exatamente isso que tentamos fazer o tempo todo.

Não consigo ver uma direção um norte ou alguém que me aponte “é pra lá que vamos”, “é nesse rumo que estamos caminhando”, o grande “mestre timoneiro”, esse sim, falta-nos.

Quando escuto alguém da atual administração falando ou tentando explicar o inexplicável, parece que estou numa entrevista de tibetano no alto do Everest… Não entendo nada!

Tanta obra sem a verdadeira necessidade!

Ora, praça? Praça de esporte, calçada para caminhada? Time?

Gente, ‘tá faltando investimento em saúde e já passou da hora de construir escola de tempo integral nos bairros de alto risco, onde as crianças ficam a mercê de violência e tráfico…

Depois fazem reunião para discutir a violência no município. Bah! Quase vomitei…

A violência cresce à medida da incompetência, da inoperância, da má administração e da inexistência de políticas sociais.

Alguém viu isso aí? Claro que não. Estão todos olhando para o próprio umbigo (ou para o bolso). Aliás, duvido que alguém tenha a visão de futuro. (É querer demais).

Acho que a cidade foi dividida em subprefeituras.

Não temos vereador que realmente faça o que veio fazer, que é fiscalizar o Executivo.

Os vereadores só estão querendo executar. São todos do Executivo ou subprefeitos. Conheço isso muito bem. É desvio de função, que por aqui se faz com perfeição. Vereador fazendo obra… Era só o que faltava!..

A Atual administração somente veio para completar obras da administração passada. Se der conta de acabar, já está de bom tamanho. Mas aposto toda minha restituição do imposto de renda ano base 2009 (que dá uma bagatela de R$ 25,65), que não vai dar conta. Nem o Bretas nem B… nenhuma vem pra cá.

Uma coisa está muito boa: andava por aí e via muita grama alta, muito mato e está tudo bem cortado.

Se é que começamos com dois leões na prefeitura, involuímos (na linguagem coloquial, involução é o contrário de evolução) para duas tartarugas e acabaremos mesmo é com duas formigas cabeçudas (metempsicose).

Gostam mesmo é de cortar mato! E fim de papo! (A rima é pobre, mas é realidade)”.

Aurivam de Freitas Borges é professor de Química, Matemática, Ciência da Natureza e Filosofia e escreve a coluna ‘Fatos do Nosso Cotidiano’ no site dianewsnoticias.com.br

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