25/05/2010

Segundo delegado Leonardo Diniz, aposentada Jeny Almeida foi assassinada pelo neto

O delegado Leonardo Diniz contou à Rádio Difusora que o inquérito da morte da aposentada Jeny Madalena de Almeida, 73, encontrada morta em sua casa com 2 perfurações no peito provocadas por facadas, foi concluído.

As investigações apontaram para o neto da vítima, Artur Peres de Almeida como o autor do homicídio. Ele já foi indiciado pelo crime, mas deverá responde o processo em liberdade, pois a polícia não pediu a sua prisão preventiva.

Diniz explicou que Artur assinou um termo de compromisso em não se ausentar da comarca, “Ele é um rapaz que não tem passagem pela polícia e eu não vejo a necessidade de pedir a preventiva dele.” O delegado disse que, no entanto, tanto o Juiz quanto o Ministério Público também podem pedir a prisão do rapaz.

A investigação de Diniz apresentou três pontos para o indicamento. O primeiro, é que uma testemunha ocular teria reconhecido Artur no local do crime por volta das 18h00 do domingo (11/4). Durante as investigações ele negou ter ido a casa da avó no dia do crime.

O segundo ponto é o de que, mesmo antes de ser comunicado da morte de Jeny Almeida, Artur teria se dirigido à residência da avó.

O terceiro ponto é o de que testemunhas afirmaram que Artur estaria pressionando a avó, dizendo que a colocaria num asilo para, assim, vender a casa onde morava.

Assassinato de Tainá Pereira Silva

O delegado Leonardo Diniz também concluiu o inquérito da morte de Tainá Pereira Silva, 13, morta no dia 11 deste mês e seu corpo encontrado quatro dias depois em uma trilha próxima ao bairro Manoel Nunes, com suspeita de ter sido abusada sexualmente.

Segundo o delegado, o primeiro suspeito do fato é Natalício José Rodrigues, 48, conhecido como ‘Severino’. Ele cumpria pena na APAC de Patrocínio pelo mesmo crime. ‘Severino’ já regrediu de regime e está cumprindo pena em regime fechado.

A comprovação teria sido feita pelas diversas vezes que ‘Severino’ entrou em contradição nos seus depoimentos e o encontro de peças de roupas com vestígios claros de sangue que estariam escondidas na casa do acusado.

A sobrinha de ‘Severino’ contou para a polícia detalhes que ajudaram a concluir o inquérito. Ela confirmou que o tio achava a menina ‘muito sensual’ e que tentou por vezes tentou abordar Tainá na rua. Segundo a mãe de Tainá, a garota vivia se desvencilhando dele.

Com informações do dianewsnoticias.com.br