10/10/2011

VIPA e guverno 23 e o imbróglio dos abrigos dos pontos coletivos

O guverno 23, via secretaria municipal de Trânsito, Segurança e Transportes e a empresa Cidade Paraíso concessionária do serviço de transporte urbano vivem um ‘dilaema’ que – ao que parece – está longe do fim.

Após a construção pela VIPA de cerca de 30 abrigos de pontos coletivos para serem instalados na cidade via secretaria de Obras, a empresa veio de público e contou que a maioria dos abrigos não estão sendo colocados nos locais especificados. Até agora, apenas 11 abrigos foram instalados.

“Começaram as chuvas e a população de Patrocínio está sendo prejudicada. A empresa como está indignada com isso ai porque nossas coberturas, a gente fez o nosso papel, elas (as coberturas) estão todas a disposição, é só pegar e instalar. Existe demanda. E a população de Patrocínio está sendo prejudicada”, destacou Fábio Rabelo, gerente da empresa.

O engenheiro de trafego urbano do guverno 23, José Maria Trindade, veio explicar. Ele disse que os outros abrigos ainda não foram colocados por ‘problemas técnicos’, passeios estreitos e/ou a não autorização por parte do proprietário do imóvel. ‘Todos os abrigos até hoje instalados foram colocados em espaços públicos’ – salienta José Trindade.

Na nossa mudesta opinião (e que ninguém nos leia) Viação Cidade Paraíso e guverno 23 (ou guverno 23 e Viação Cidade Paraíso) deveriam mostrar grandiosidade e tratar do assunto com a importância e a responsabilidade que ele deve ser tratado. Chega de blá-blá-blá. É uma questão de bom senso.

Os abrigos estão prontos, as chuvas estão chegando e a população precisa ser respeitada. Bonitos ou feios (também diz o pueta que ‘Narciso acha feio o que não é espelho’), confortáveis ou não, o fato é que o tempo urge e a demanda derruba qualquer argumento que não seja da imediata instalação. Lembrem-se: boa vontade e um pouco de agilidade.